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Saiba quem são os maiores artilheiros do Brasileirão de pontos corridos

Desde que o Campeonato Brasileiro adotou o formato de pontos corridos, em 2003, a mística do tradicional “camisa 9” ganhou novos contornos. Se antes a glória vinha em mata-matas curtos, hoje a eternidade é reservada àqueles que mantêm o faro de gol aceso rodada após rodada, ano após ano. No Brasileirão moderno, regularidade virou sinônimo de grandeza.

No topo dessa pirâmide histórica, um nome se impõe com autoridade:

Fred, o rei da constância

Com 158 gols, Fred é o maior artilheiro da era dos pontos corridos. Ídolo de Fluminense, Cruzeiro e Atlético-MG, o ex-centroavante construiu uma marca que, até aqui, parece inalcançável, tornando-se símbolo de eficiência e longevidade dentro da área.

Logo atrás, aparecem perseguidores que também escreveram capítulos marcantes na história do campeonato.

Diego Souza e Gabigol: a caça aos recordes

Na segunda posição surge Diego Souza, com 130 gols, exemplo de adaptação e talento em diferentes contextos. Em terceiro está Gabigol, com 119 gols, o nome de maior destaque entre os jogadores ainda em atividade e com potencial para subir no ranking.

A lista segue reunindo personagens que transformaram o Brasileirão em um palco de constância e sobrevivência ao tempo.

Confira o ranking dos 10 maiores artilheiros da era dos pontos corridos do Brasileirão:

  1. Fred – 158 gols

  2. Diego Souza – 130 gols

  3. Gabigol – 119 gols

  4. Wellington Paulista – 109 gols

  5. Paulo Baier – 105 gols

  6. Alecsandro – 101 gols

  7. Borges – 99 gols

  8. Rafael Moura – 95 gols

  9. Luis Fabiano – 85 gols

  10. Luciano – 85 gols

Disputa acirrada no Top 10

Na base do ranking, a briga é centímetro a centímetro. Luciano aparece empatado com o lendário Luis Fabiano, reforçando seu peso no cenário atual e sua consolidação entre os grandes goleadores da história recente do Brasileirão.

Enquanto isso, nomes como Borges e Rafael Moura remetem à década de 2010, quando o centroavante “raiz” ainda dominava os gramados e fazia do gol uma arte repetida domingo após domingo.

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