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Ancelotti explica escolha por Paquetá em pênalti perdido

A Seleção encerrou sua última Data Fifa de 2025 com um empate em 1 a 1 diante da Tunísia, nesta terça-feira (18). O jogo, marcado por dificuldades ofensivas e pela chance desperdiçada de virada, quando Lucas Paquetá cobrou um pênalti para fora, terminou com explicações importantes de Carlo Ancelotti sobre suas decisões à beira do campo.

“Quis tirar a pressão de Estêvão”, diz Ancelotti

Questionado sobre a escolha de Paquetá para a segunda cobrança de pênalti, já que Estêvão havia convertido a primeira, o treinador foi direto ao justificar a mudança:

“Paquetá era o cobrador de pênaltis. No segundo, eu mudei porque pensava em tirar um pouco da pressão do Estêvão, já que o Paquetá bate muito bem.”

A decisão, no entanto, não foi premiada em campo: o meia acabou isolando a bola.

Um duelo travado e uma lição tática

Para Ancelotti, a partida diante da Tunísia exigiu mais da Seleção do que os outros compromissos desta Data Fifa. O técnico destacou as dificuldades enfrentadas diante de uma equipe que defendeu em bloco extremamente baixo.

“Jogo muito mais difícil contra a Tunísia. Sabíamos que tinham características defensivas, jogaram com bloco muito baixo. Para nós, pelas características dos jogadores de frente, é mais difícil abrir uma defesa assim.”

O italiano reconheceu que o Brasil começou mal, mas viu evolução ao longo da partida:

“Começamos mal, mas depois reagimos. Poderíamos ter vencido. No segundo tempo, diante das dificuldades, fizemos a partida que precisávamos fazer.”

“Foi uma boa aula para nós”

Mesmo com o empate e a atuação irregular, Ancelotti valorizou o aprendizado que a equipe leva do duelo:

“Vejo jogadores do Brasil, da Europa, se ajudando. A equipe está melhor do que antes, nesses dois jogos. Aprendemos muitas coisas. Hoje foi uma boa aula para nós. Quando enfrentamos equipes com bloco baixo, temos que atuar como na segunda etapa para vencer.”

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