O Brasil se arma para um desafio incômodo neste sábado (15), às 13h (de Brasília), no Emirates Stadium, em Londres. A Seleção entra em campo para apagar um incômodo tabu: jamais venceu o Senegal. Em duas partidas amistosas disputadas até hoje, os pentacampeões somam um empate e uma derrota diante da talentosa equipe africana.
O revés mais recente ainda ecoa na memória. Em 2023, sob o comando interino de Ramon Menezes, o Brasil levou 4 a 2 de Senegal em Portugal, um resultado que marcou a primeira vez desde 2014 que a Seleção sofreu três gols em um mesmo jogo. Naquele dia, brilhou Sadio Mané, autor de dois gols; Marquinhos marcou contra, e Habib Diallo completou o placar senegalês. Do lado brasileiro, Lucas Paquetá e o próprio Marquinhos descontaram.
O primeiro encontro também não teve festa verde-amarela: empate por 1 a 1 em Singapura. Roberto Firmino abriu o marcador, mas Diédhiou igualou. A partida entrou para a história como a de número 100 de Neymar com a camisa da Seleção.
Agora, com Carlo Ancelotti no comando e uma nova filosofia em construção, o Brasil tenta escrever uma história diferente. Segundo o Ge, o treinador deve repetir a base do time que goleou a Coreia do Sul, mas com algumas mudanças importantes: Ederson retorna ao gol; Marquinhos volta à zaga; Alex Sandro reassume a esquerda; e Éder Militão surge como novidade improvisado na lateral-direita.
O amistoso é apenas o início da última rodada de testes da Data Fifa de novembro. Depois de enfrentar Senegal, a Seleção segue para a França, onde medirá forças com a Tunísia. Ancelotti pretende usar os duelos para observar novas peças e afinar o elenco que disputará a Copa do Mundo de 2026.




