Em uma tarde de pouca inspiração no Maião, Mirassol e Botafogo ficaram apenas no 0 a 0 neste sábado (1º), pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. O placar sem gols refletiu bem o que foi o duelo: truncado, com raras chances claras e pouca ousadia ofensiva.
Com o resultado, o Mirassol manteve a quarta colocação, com 56 pontos, mas desperdiçou a oportunidade de se aproximar do pelotão de cima e seguir na briga pelo título. Já o Botafogo, mesmo com o empate, subiu uma posição e agora é o sexto colocado, com 48 pontos, podendo ser ultrapassado novamente pelo Fluminense, que entra em campo neste domingo (2) contra o Ceará.
Mirassol domina, mas sente falta do artilheiro
Jogando em casa, o Mirassol tentou manter o padrão de intensidade que o tornou um dos mandantes mais fortes do campeonato, o time ainda não perdeu no Maião. Porém, sem o seu artilheiro Reinaldo, a equipe teve dificuldades para transformar posse de bola em perigo real.
O Botafogo, por sua vez, entrou com três volantes, claramente disposto a ser reativo e explorar os contra-ataques. A estratégia, porém, gerou pouco efeito prático: o time finalizou 11 vezes, mas apenas uma delas acertou o alvo.
O Mirassol teve as melhores oportunidades: ainda no primeiro tempo, Chico da Costa acertou a trave de Léo Linck; e na etapa final, Alesson recebeu ótima enfiada de bola, mas parou em boa defesa do goleiro alvinegro.
Pouca inspiração, muita disputa e um 0 a 0 justo
A partida foi marcada por muitos passes errados, pouca criatividade e um ritmo que frustrou o torcedor. No total, os dois times somaram apenas três finalizações certas durante os 90 minutos, um retrato fiel da falta de brilho ofensivo.
O Mirassol até tentou pressionar no fim, empurrado pela torcida, mas parou no sistema defensivo bem postado do Botafogo, que parecia satisfeito em levar um ponto para casa.
Próximos desafios
Mirassol: volta a campo na quinta-feira (6), quando visita o Fluminense no Maracanã, em duelo direto por vaga no G4.
Botafogo: joga um clássico carioca na quarta-feira (5), diante do Vasco, no Nilton Santos.




