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Bruno Guimarães pede desculpas após pênalti perdido e lamenta eliminação do Brasil: “Dor muito forte”

Um dos personagens da eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, Bruno Guimarães falou pela primeira vez após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, nas oitavas de final. O volante desperdiçou um pênalti ainda no primeiro tempo, quando o placar estava empatado sem gols, e deixou o gramado bastante abalado com o resultado.

Em entrevista após a partida, o meio-campista admitiu a frustração pela eliminação precoce e afirmou que o grupo acreditava na classificação.

“A gente tinha totais condições de ganhar. Uma dor muito forte, difícil encontrar palavras, porque não estávamos esperando isso (eliminação)”, declarou.

Bruno explica pênalti perdido

Visivelmente emocionado, Bruno Guimarães também comentou a cobrança defendida pelo goleiro Ørjan Nyland. Segundo o jogador, a decisão pelo canto da batida foi baseada em um estudo realizado antes da partida.

“Vinha fazendo uma Copa muito boa. Infelizmente, fui infeliz no pênalti. Tinha estudado o goleiro deles e via que ali era o melhor canto para bater. Tristeza geral, todo mundo chateado. É pedir desculpas ao torcedor. Dia muito difícil. Muito chateado”, afirmou.

O lance aconteceu ainda na etapa inicial e poderia ter colocado o Brasil em vantagem. Nyland acertou o lado da cobrança e fez a defesa, mantendo o placar zerado. Na segunda etapa, a Noruega aproveitou as oportunidades criadas, venceu por 2 a 1 e eliminou a Seleção.

Campanha de destaque apesar da eliminação

Apesar do erro na cobrança de pênalti, Bruno Guimarães encerra a Copa do Mundo como um dos principais destaques da equipe comandada por Carlo Ancelotti. O volante terminou a competição com quatro assistências, sendo o líder do fundamento entre os jogadores brasileiros e peça importante na campanha que levou a Seleção até as oitavas de final.

Agora, o meio-campista volta as atenções para o próximo ciclo da Seleção Brasileira, que terá como objetivo reconstruir a equipe visando a disputa da Copa do Mundo de 2030.

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