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Martinelli exalta entrega do Brasil e manda recado sobre Neymar e Vini Jr.

Às vésperas do duelo contra a Escócia pela Copa do Mundo, Gabriel Martinelli destacou o comprometimento do elenco da seleção brasileira e afirmou que os jogadores estão dispostos a fazer sacrifícios para potencializar os principais talentos da equipe, como Neymar e Vinicius Júnior.

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (22), o atacante garantiu que o grupo está focado no objetivo de conquistar o título mundial e ressaltou o espírito coletivo dentro da Seleção.

“Eu acho que a gente correria 20%, 30% a mais para potencializar o Neymar, o Vini ou quem quer que seja. A gente quer ganhar a Copa e sabe da capacidade que tem. Todo mundo está se doando bastante”, afirmou.

Disputa por vaga no ataque

Com a lesão de Raphinha, uma vaga foi aberta no setor ofensivo, e Martinelli aparece como uma das opções para Carlo Ancelotti. O jogador lamentou o problema físico do companheiro, mas reforçou que a decisão sobre a escalação cabe ao treinador.

“Ficamos tristes pelo que aconteceu com o Rapha. Torcemos para que ele volte o mais rápido possível. Eu prefiro jogar pela esquerda, mas já atuei bastante pela direita no Arsenal. Estou preparado para ajudar onde o Mister precisar”, disse.

O atacante ainda brincou sobre a versatilidade em campo.

“Se ele falar para eu jogar de lateral-direito, eu digo: ‘Claro, Mister, pode colocar’.”

Elogios a Neymar

Martinelli também comentou a recuperação de Neymar, que voltou a treinar normalmente com o elenco e pode ser novidade contra a Escócia.

“Todo mundo conhece a qualidade dele. Não preciso nem falar. Ele está em um nível muito alto, treinando bem e demonstrando muita vontade. Ficamos felizes por tê-lo disponível novamente.”

Brasil mira liderança do grupo

Líder do Grupo C com quatro pontos, o Brasil enfrenta a Escócia na última rodada da fase de grupos precisando de uma vitória para garantir a classificação em primeiro lugar sem depender de outros resultados.

Um empate também coloca a Seleção no mata-mata, mas pode abrir espaço para que o Marrocos assuma a liderança da chave caso vença o Haiti.

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