O empate entre Remo e Palmeiras, no último domingo (10), ganhou novos capítulos após a divulgação do áudio do VAR pela CBF. O lance mais discutido da partida aconteceu nos acréscimos, quando Bruno Fuchs chegou a marcar o gol que daria a vitória ao Verdão, mas a jogada acabou invalidada após revisão.
Segundo a arbitragem, houve toque de mão de Flaco López instantes antes da bola sobrar para Fuchs. Na análise do vídeo, a comissão considerou o toque como “mão sancionável”, entendendo que o atacante ampliou de forma artificial o volume do corpo e acabou levando vantagem na jogada.
⚠️ Agora! CBF divulga áudio do VAR do gol anulado do Palmeiras contra o Remo:
Rafael Klein (árbitro): “Tem uma mão. A bola sobra para o atleta de branco fazer o gol. Estou anulando o gol com tiro livre indireto por mão sancionável, ok?”
🎥 Divulgação/CBF pic.twitter.com/7hcmpbCYa7
— Planeta do Futebol 🌎 (@futebol_info) May 11, 2026
A decisão provocou forte reação nos bastidores palmeirenses. Após o apito final, o diretor de futebol Anderson Barros foi à coletiva e fez duras críticas à arbitragem, questionando a interpretação do lance e cobrando responsabilidade da comissão. Durante o pronunciamento, o dirigente chegou a citar trechos das regras da IFAB para sustentar a reclamação.
O diretor de futebol Anderson Barros questiona a não aplicação da regra no lance do gol de Bruno Fuchs. De quem vai ser essa responsabilidade? 💬 pic.twitter.com/VlzJ9s4M75
— SE Palmeiras (@Palmeiras) May 10, 2026
A revolta aumenta a sensação de perseguição no clube, que recentemente também teve um gol anulado nos minutos finais em outro compromisso do Brasileirão. Com o empate no Pará, o Palmeiras segue na liderança, mas viu o Flamengo encurtar a diferença na tabela e colocar ainda mais pressão na disputa pelo topo da competição.




