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Revolta no Vitória: presidente detona arbitragem após derrota

O presidente do Vitória, Fábio Mota, fez duras críticas à arbitragem após a derrota por 3 a 1 para o Athletico-PR, neste domingo (26), pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Irritado, o dirigente não poupou palavras ao comentar os lances polêmicos da partida.

Antes mesmo da coletiva do técnico Jair Ventura, Mota foi direto ao ponto e disparou contra o sistema de arbitragem, cobrando respeito ao clube baiano.

Críticas diretas à arbitragem

O principal alvo das críticas foi Rodrigo Cintra, chefe da comissão de arbitragem da CBF.

“Respeitem o Vitória. É um absurdo o que a arbitragem está fazendo”, afirmou o presidente.

O clube contesta três lances considerados decisivos no jogo, envolvendo o árbitro Bruno Arleu de Araújo e o responsável pelo VAR, Rodrigo Nunes de Sá. Entre as reclamações estão:

  • a não expulsão de um adversário após agressão ao volante Zé Vitor;
  • a marcação de um pênalti considerada equivocada;
  • uma entrada dura sobre o atacante Renê que não resultou em cartão vermelho.

Segundo Mota, os erros tiveram impacto direto no resultado da partida.

“Clube se sente impotente”

O dirigente também destacou o sentimento de frustração dentro do clube:

“É um absurdo os critérios que estão sendo utilizados. O Vitória se sente impotente. Fizemos tudo para uma grande partida e fomos prejudicados mais uma vez.”

Durante o pronunciamento, ele ainda desafiou a comissão de arbitragem a revisar jogos recentes do Vitória contra equipes como Remo, Chapecoense e Mirassol, alegando uma sequência de decisões controversas.

Medidas oficiais

Em nota publicada nas redes sociais, o Vitória informou que irá formalizar, pelo segundo jogo consecutivo, uma representação junto ao comitê de arbitragem da CBF. O clube cobra mudanças e mais transparência nas decisões.

O episódio aumenta a pressão sobre a arbitragem brasileira e reacende o debate sobre critérios e atuação do VAR no futebol nacional.

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