Publicidade

Notícias

Confusão após o dérbi: briga no túnel e acusações

O clássico entre Corinthians e Palmeiras ganhou mais um capítulo tenso, e fora das quatro linhas. Após o 0 a 0 na Neo Química Arena, uma briga generalizada tomou conta do túnel de acesso aos vestiários, com acusações, agressões e agora também relatos de bastidores.

Zagueiro revela bastidores da confusão

Titular no clássico, o zagueiro Gustavo Henrique deu detalhes sobre o que aconteceu após o apito final e reforçou o clima de confronto nos bastidores.

Segundo o defensor, a confusão começou com um empurra-empurra entre seguranças e rapidamente ganhou proporção com a chegada dos jogadores.

“Aconteceu um empurra-empurra normal dos nossos seguranças, depois a gente chegou também. Tentaram se impor, mas aqui dentro de casa quem manda é a gente, a gente tem que se impor”, afirmou.

Apesar de condenar a violência, o jogador deixou claro que o elenco não aceitou passivamente a situação.

“Claro que a gente nunca é a favor de violência, somos contra, mas também a gente não é trouxa. Não vamos deixar o adversário vir e fazer o que quiser. Faz parte”, completou.

Troca de acusações

Em notas oficiais, Corinthians e Palmeiras confirmaram agressões, mas apresentaram versões distintas.

O Palmeiras afirmou que o atacante Luighi foi agredido por um funcionário do Corinthians. Já o clube alvinegro declarou que seguranças do Verdão atacaram Gabriel Paulista e Breno Bidon.

Os três atletas devem registrar ocorrência no Juizado Especial Criminal (Jecrim).

Clima quente dentro e fora de campo

Até o momento, não há mais detalhes oficiais sobre o que motivou a confusão. O certo é que o clima pesado do jogo se estendeu para além das quatro linhas.

Dentro de campo, o dérbi já havia sido marcado por tensão e decisões polêmicas. O árbitro Flávio Rodrigues expulsou dois jogadores do Corinthians: André, por gesto obsceno, e Matheuzinho, após agredir Flaco López.

Clássico sem gols, mas com muita história

Mesmo sem gols, o confronto foi intenso do início ao fim. E, como tantas vezes acontece em clássicos desse tamanho, o apito final não foi suficiente para encerrar a rivalidade, que terminou em confusão e mais um episódio marcante no Dérbi Paulista.

Publicidade

Publicidade