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Era Ancelotti na Seleção: números, altos e baixos e um Brasil ainda em construção

A chegada de Carlo Ancelotti ao comando da Seleção Brasileira, oficializada pela CBF em maio de 2025, marcou o início de um novo capítulo cercado de expectativa. Experiente, multicampeão e respeitado no futebol mundial, o italiano desembarcou com a missão de reorganizar o Brasil rumo à Copa do Mundo de 2026.

A estreia aconteceu no dia 5 de junho, em um empate sem gols diante do Equador, em Guayaquil. Desde então, o treinador acumulou nove partidas à frente da Amarelinha, entre compromissos pelas Eliminatórias e amistosos internacionais, com um desempenho que mistura evolução, testes e algumas oscilações.

Raio-x da Era Ancelotti

  • Jogos: 9
  • Vitórias: 4
  • Empates: 2
  • Derrotas: 3
  • Gols marcados: 15
  • Gols sofridos: 7

Os números revelam um time competitivo, mas ainda em fase de ajustes. A classificação para a Copa do Mundo veio com vitória sobre o Paraguai, garantindo tranquilidade no objetivo principal, mas as derrotas em amistosos recentes ligam o alerta para o desempenho diante de seleções mais fortes.

Protagonistas em campo

Entre os destaques da nova fase, o jovem Estêvão desponta como principal artilheiro, com cinco gols, simbolizando a renovação promovida por Ancelotti. Ao seu lado, nomes já consolidados como Rodrygo e Vinicius Júnior também têm papel importante na engrenagem ofensiva.

Outros jogadores como Bruno Guimarães, Casemiro e Lucas Paquetá aparecem com participações decisivas, seja em gols ou assistências, ajudando a dar equilíbrio ao meio-campo.

Artilharia da Era Ancelotti

  • Estêvão: 5 gols
  • Rodrygo: 2 gols
  • Vinicius Júnior: 2 gols
  • Lucas Paquetá, Bruno Guimarães, Casemiro, Gabriel Martinelli, Paulo Henrique e Bremer: 1 gol cada

Garçons da Seleção

  • Bruno Guimarães: 2 assistências
  • Luiz Henrique: 2
  • Matheus Cunha: 2
  • Lucas Paquetá, Casemiro, Vinicius Júnior e Rodrygo: 1 cada

Entre testes e desafios

Ao longo dos jogos, a Seleção alternou momentos de grande desempenho, como a goleada por 5 a 0 sobre a Coreia do Sul, com atuações abaixo do esperado, a exemplo das derrotas para Japão e França.

O cenário evidencia um time em construção, com mudanças frequentes, observações de elenco e busca por uma identidade mais sólida. Ancelotti tem apostado na mescla entre juventude e experiência, abrindo espaço para novos talentos sem abrir mão de lideranças já estabelecidas.

O que vem pela frente

Com a vaga na Copa garantida, o foco agora é encontrar consistência. Mais do que resultados, os próximos jogos servirão para ajustar peças, definir titulares e consolidar um modelo de jogo capaz de recolocar o Brasil no topo do futebol mundial.

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