O Bahia empatou por 0 a 0 com o Vasco no domingo (9), na Arena Fonte Nova, pela 22ª rodada do Brasileirão, resultado que estendeu para quatro o número de jogos seguidos sem triunfo do Tricolor no campeonato. Após a partida, o técnico Rogério Ceni apontou três fatores para explicar o desempenho abaixo do esperado: o estado do gramado, os desfalques no time titular e o longo intervalo sem jogos oficiais.
Críticas ao gramado da Fonte Nova
Ceni voltou a reclamar publicamente das condições do gramado da Arena Fonte Nova, dizendo que a situação já “dá vergonha” e que a situação prejudica a qualidade do jogo. Ao mesmo tempo, o treinador reconheceu que a equipe também fez escolhas técnicas ruins na construção das jogadas, especialmente na saída de bola.
Desfalques moldaram a escalação
O treinador citou as ausências de Erick Pulga, suspenso, e de Everton Ribeiro, machucado, como perdas sentidas no setor de criação. A situação física de Kike Olivera também limitou as opções para o comando técnico, o que levou Ceni a escalar Willian José e Alejo Véliz juntos no ataque.
Calendário também pesou
Outro ponto levantado por Ceni foi o intervalo de dez dias sem partidas oficiais desde a rodada anterior do Brasileirão, o que, segundo o treinador, dificultou a repetição dos treinamentos da semana. O time volta a campo já na quinta-feira, contra a Chapecoense, na Arena Condá, em jogo que será disputado em grama sintética.
Situação na tabela
Com o resultado, o Bahia chegou a 33 pontos e caiu para a sexta posição do Brasileirão, dois pontos atrás do quarto colocado Fluminense. A sequência de quatro empates consecutivos — contra Atlético-MG, Corinthians, Fluminense e agora Vasco — tirou o time momentaneamente do G-4, zona que classifica à Libertadores.




