A seleção do Irã voltou a enfrentar dificuldades logísticas durante sua participação na Copa do Mundo de 2026. Após a estreia contra a Nova Zelândia, o atacante Mehdi Taremi e um integrante da comissão técnica foram retidos em um aeroporto dos Estados Unidos e não conseguiram embarcar junto com o restante da delegação.
Segundo informações do ge, o episódio aconteceu durante o retorno da equipe para Tijuana, no México, cidade escolhida como base da seleção durante o torneio. Enquanto os demais integrantes já haviam embarcado, Taremi e o auxiliar Al-Hawie permaneceram tentando resolver a situação.
Problemas se repetem durante a Copa
De acordo com membros da delegação iraniana, essa não foi a primeira ocorrência do tipo. Ainda na viagem de ida para os Estados Unidos, a equipe relatou atrasos considerados excessivos nos processos de embarque e imigração.
Os iranianos afirmam que os procedimentos foram “injustificadamente demorados” nas duas ocasiões, aumentando o desgaste da delegação em meio à disputa do Mundial.
Relação entre países gera preocupação
Os obstáculos enfrentados pelo Irã começaram antes mesmo do início da competição. A seleção teve dificuldades para obter os vistos de entrada nos Estados Unidos, que só foram liberados poucos dias antes da abertura oficial da Copa.
Por conta das tensões diplomáticas entre os dois países, a federação iraniana optou por estabelecer sua concentração em Tijuana, no México, evitando permanecer em território norte-americano durante o torneio. A decisão, porém, obriga a equipe a realizar constantes deslocamentos para disputar suas partidas.
Próximo compromisso
O Irã volta a campo no próximo domingo (21), quando enfrenta a Bélgica pela segunda rodada do Grupo G da Copa do Mundo.
A partida será disputada novamente no SoFi Stadium, em Los Angeles, o que significa que a delegação precisará repetir toda a operação de deslocamento entre México e Estados Unidos, cenário que segue gerando preocupação nos bastidores da seleção asiática.




