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Neymar detona arbitragem após substituição por engano: “Tinham que admitir o erro”

A confusão envolvendo Neymar na derrota do Santos para o Coritiba por 3 a 0, na Neo Química Arena, ganhou novos capítulos após o apito final. Revoltado com a substituição equivocada que o tirou da partida, o camisa 10 abriu o jogo, cobrou humildade da arbitragem e afirmou nunca ter vivido uma situação parecida dentro de campo.

O lance polêmico aconteceu aos 20 minutos do segundo tempo, quando o quarto árbitro Bruno Mota Correia levantou a placa eletrônica indicando a saída de Neymar, uma troca que, segundo o Santos, deveria envolver o lateral Escobar.

Após a partida, Neymar explicou toda a confusão e revelou que, apesar de ter pedido atendimento médico, ainda retornaria normalmente ao jogo.

“Eu pedi para sair, e estava sendo atendido dentro de campo. Com o jogo parado, o árbitro falou que, como eu estava sendo atendido, precisava sair. Fiquei esperando o reinício para voltar, enquanto acontecia a substituição. E deu na cabeça do árbitro de me tirar do jogo”, desabafou o craque.

Inconformado, Neymar ainda explicou por que decidiu mostrar para as câmeras o papel entregue à arbitragem.

“O que vale, o que está na regra, é o papel. Tanto que eu mostrei para a câmera. Se eu não mostrasse, ia ficar no ‘disse me disse’, e esse papel nunca ia aparecer. Eles tinham que ter a humildade de falar que erraram. Isso nunca aconteceu… e sempre comigo”, completou.

Último teste antes da Copa termina com dores e polêmica

Além da revolta com a arbitragem, Neymar também deixou a partida sentindo dores na panturrilha direita, aumentando a preocupação às vésperas da convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, marcada para esta segunda-feira (18).

O duelo diante do Coritiba era o último compromisso do camisa 10 antes da definição da lista final para o Mundial.

Comissão do Santos também dispara contra arbitragem

Quem também se manifestou após a partida foi César Sampaio, integrante da comissão técnica santista e responsável por entregar o papel da substituição à arbitragem.

Segundo ele, houve precipitação do quarto árbitro, que não aguardou a definição da equipe médica antes de levantar a placa.

“Eu pedi para o quarto árbitro aguardar para ver se poderia trocar a substituição. Quando fui falar com o médico sobre o Neymar, ele já estava levantando a placa. Foi uma precipitação”, afirmou.

César ainda defendeu a participação do VAR em lances administrativos como esse.

“Num caso desse, o VAR poderia rever”, completou.

A polêmica promete render nos bastidores e pode ganhar repercussão nacional justamente na véspera de um dos dias mais aguardados do futebol brasileiro: a convocação final para a Copa.

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