O São Paulo recebeu um duro golpe nesta quarta-feira (15). Em meio a um calendário apertado e decisivo, o clube confirmou a lesão do meia Marcos Antônio, diagnosticado com um problema no músculo reto femoral da coxa direita. O tempo de recuperação pode chegar a seis semanas, um prazo que praticamente descarta seu retorno antes da pausa para a Copa do Mundo de 2026.
A notícia cai como um balde de água fria no planejamento do técnico Roger Machado. Titular em 18 dos 23 jogos da equipe na temporada, o meio-campista se consolidou como uma das engrenagens mais importantes do time, sendo peça fundamental na organização e no equilíbrio tático.
Sem ele, o Tricolor terá que atravessar um período turbulento. A estimativa é que Marcos Antônio desfalque a equipe em até 13 partidas, somando compromissos pelo Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Sul-Americana, uma maratona que pode impactar diretamente os rumos da temporada.
A ausência se estende, pelo menos, até o dia 31 de maio, quando o São Paulo encara o Remo no último jogo antes da paralisação. Até lá, será necessário encontrar alternativas para manter o nível competitivo sem um de seus principais pilares.
E agora, quem assume?
A lacuna no meio-campo abre espaço, e pressão, para Danielzinho. Reserva imediato, ele deve herdar a vaga e terá a missão de sustentar o ritmo criativo da equipe em um momento crítico. Mais do que substituir, será preciso responder à altura de uma função que vinha sendo exercida com consistência.
Entre ajustes e improvisos, o São Paulo tenta se reorganizar rapidamente, sabendo que cada jogo, neste trecho da temporada, pode pesar, e muito, na caminhada do clube em 2026.




