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Crise política no Corinthians: Tuma se afasta e dispara contra diretoria

O clima nos bastidores do Corinthians esquentou de vez. Em meio a uma disputa interna intensa, Romeu Tuma Júnior anunciou nesta segunda-feira (13) seu afastamento da presidência do Conselho Deliberativo, após a suspensão judicial da Assembleia Geral que votaria a reforma do estatuto.

Saída em meio à turbulência

A decisão foi comunicada por nota oficial e ocorre em um momento delicado, com o clube mergulhado em embates políticos e questionamentos sobre os rumos administrativos.

A assembleia, marcada para o próximo dia 18, foi barrada pela Justiça após ação movida pelo conselheiro Felipe Ezabella.

Ataques diretos e clima de ruptura

No comunicado, Tuma não poupou críticas e direcionou ataques ao presidente do clube, Osmar Stabile, a quem acusou de articular uma manobra para impedir a votação.

“Ficou evidente a construção de uma operação política destinada a bloquear a vontade dos associados”, afirmou.

O dirigente foi além e subiu o tom ao comentar a atuação do mandatário:

“Stabile se utiliza de terceiro para propor a ação, porque tem medo de ser julgado exatamente pelo que é: um traidor.”

As declarações escancaram o nível de desgaste interno no Parque São Jorge.

 

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Decisão judicial gera revolta

Um dos pontos que mais incomodaram Tuma foi a condução do processo. Inicialmente, a Justiça havia solicitado ouvir o clube antes de decidir, mas, segundo o dirigente, a própria diretoria se antecipou e concordou com a suspensão.

Com isso, o juiz acatou o pedido e travou a assembleia, ampliando ainda mais a crise.

Novo comando e cenário incerto

Com o afastamento, o vice-presidente do Conselho Deliberativo, Leonardo Pantaleão, assume o cargo.

Ele herda um ambiente conturbado e terá a missão de conduzir os próximos passos em meio ao racha político que toma conta do clube.

Bastidores em ebulição

O episódio evidencia um Corinthians dividido, com disputas internas que extrapolam os gabinetes e impactam diretamente as decisões do clube.

Mais do que uma troca de comando, o momento revela um cenário de instabilidade e um futuro político ainda indefinido no Timão.

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