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Vitória sofre com avalanche de lesões e vê DM lotado

O sinal de alerta está ligado no Vitória. Em meio a compromissos importantes na temporada, o clube baiano enfrenta uma verdadeira epidemia de lesões que vem impactando diretamente o desempenho dentro de campo.

Com uma sequência pesada de jogos e decisões, o Rubro-Negro tem convivido com desfalques constantes, muitos deles titulares, e vê o departamento médico virar protagonista indesejado no momento mais delicado do ano.

Vale destacar que o Vitória está em três competições até o momento: Campeonato Brasileiro, Copa do Nordeste e Copa do Brasil.

DM cheio e time desmontado

A lista de jogadores fora de combate impressiona e escancara o problema:

  • Edu: ruptura do tendão de Aquiles — retorno previsto para novembro
  • Dudu: lesão na coluna — retorno previsto para novembro
  • Camutanga: fratura no pé — retorno previsto para outubro
  • Marinho: lesão na coxa esquerda — em tratamento
  • Mateus Silva: lesão na coxa esquerda — em tratamento
  • Pedro Henrique: fratura no braço — fase final de transição
  • Renzo López: lesão muscular na coxa — em tratamento
  • Riccieli: lesão na panturrilha — em transição
  • Jamerson: lesão muscular na coxa — em tratamento

Com tantas baixas, o técnico tem sido obrigado a improvisar e rodar o elenco com frequência, muitas vezes sem conseguir repetir a mesma formação de um jogo para o outro.

Problema recorrente em 2026

O cenário não é novo. Desde o início da temporada, o Vitória já acumula um número elevado de problemas físicos, com predominância de lesões musculares, especialmente em setores-chave como defesa e ataque.

Apesar de o clube afirmar, em relatórios internos, que os índices estão dentro dos padrões do futebol profissional, a sequência de baixas e reincidências preocupa torcedores e comissão técnica.

Impacto direto em campo

A consequência é clara: perda de rendimento, dificuldade de entrosamento e um time que sofre para manter regularidade justamente em jogos decisivos.

Além disso, alguns atletas só devem retornar no fim da temporada, o que reduz ainda mais as opções e aumenta a pressão sobre quem está disponível.

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