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Brasileirão 2026: um técnico demitido por rodada

O Campeonato Brasileiro segue confirmando sua fama de impiedoso. Em apenas dez rodadas, dez treinadores já perderam o cargo, escancarando a pressão extrema por resultados e a baixa tolerância a oscilações dentro dos clubes.

A chamada “dança das cadeiras” domina os bastidores e mostra que, mais uma vez, a estabilidade é artigo raro na elite do futebol nacional.

Pressão que derruba trabalhos

Entre eliminações, inícios ruins e crises internas, nem nomes consagrados resistiram. Casos como os de Jorge Sampaoli e Fernando Diniz abriram a lista ainda em fevereiro, enquanto decisões polêmicas, como a saída de Filipe Luís após goleada, evidenciam que o desempenho em campo nem sempre é o único fator determinante.

Ao longo das rodadas, a sequência de demissões seguiu atingindo diferentes clubes, reforçando o cenário de instabilidade generalizada.

Lista de técnicos demitidos

  1. Jorge Sampaoli (Atlético-MG)
  2. Fernando Diniz (Vasco)
  3. Juan Carlos Osorio (Remo)
  4. Filipe Luís (Flamengo)
  5. Hernán Crespo (São Paulo)
  6. Tite (Cruzeiro)
  7. Juan Pablo Vojvoda (Santos)
  8. Martín Anselmi (Botafogo)
  9. Gilmar Dal Pozzo (Chapecoense)
  10. Dorival Júnior (Corinthians)

Cenário de instabilidade

O número expressivo de demissões logo no início do campeonato reforça um padrão já conhecido: no Brasileirão, o tempo é curto e a cobrança é constante. A cada rodada, mais do que pontos, técnicos colocam seus cargos em jogo e poucos conseguem resistir à pressão.

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