O Santos oficializou, na madrugada desta quinta-feira (19), a demissão do técnico Juan Pablo Vojvoda. A decisão veio após a derrota por 2 a 1 para o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro, e escancara o momento turbulento vivido pelo clube.
Saída em meio à pressão
A queda de Vojvoda acontece em meio a uma sequência ruim de resultados. O Peixe venceu apenas uma das últimas cinco partidas e não conseguiu embalar jogando na Vila Belmiro.
Contratado em agosto de 2025, o treinador argentino deixa o cargo após 32 jogos, com 10 vitórias, 13 empates e 9 derrotas, um aproveitamento de 44,8%.
Busca por substituto
Com a saída confirmada, a diretoria já iniciou a procura por um novo comandante. Nomes como Cuca e Hernán Crespo surgem como primeiras opções nos bastidores, mas ainda sem negociações em andamento.
A tendência é que o clube priorize técnicos livres no mercado, buscando uma contratação mais rápida e evitando entraves burocráticos.
Crise dentro e fora de campo
A demissão também evidencia um cenário mais amplo de instabilidade. Além dos resultados ruins, o ambiente político do clube está conturbado.
A relação da torcida com o presidente Marcelo Teixeira e o diretor de futebol Alexandre Mattos é de forte desgaste, aumentando ainda mais a pressão por respostas imediatas.
Agora, o Santos tenta reorganizar a casa em meio à crise, enquanto corre contra o tempo para definir seu novo treinador e reagir na temporada.




