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Atraso salarial gera protesto e confusão no CSA

A crise no CSA ganhou mais um capítulo nesta quarta-feira. Funcionários realizaram um protesto no CT Gustavo Paiva por causa de atraso no pagamento de salários, o que gerou uma discussão com o presidente do clube, Robson Rodas.

Durante a conversa, Rodas afirmou que o atraso era de apenas cinco dias e, ao ser questionado por dois trabalhadores, declarou que todos estavam demitidos. Um vídeo gravado por um funcionário mostra o momento de tensão.

A reação revoltou os funcionários, e o presidente chegou a dizer que eles poderiam procurar seus direitos na Justiça.

Versão dos funcionários

O massagista do clube, Jonas Salustiano, relatou o ocorrido ao repórter Caio Lorena, do Globo Esporte.

Segundo ele, a reunião começou de forma tensa e terminou com a demissão coletiva.

“A gente veio para conversar e ele chegou sem dar bom dia, escrachando todo mundo. Quando a gente ia falar, disse que tava todo mundo demitido e que procurasse os direitos.”

Presidente diz que funcionários estão afastados

Mais tarde, Robson Rodas afirmou que os trabalhadores não foram demitidos, mas sim afastados até sexta-feira. De acordo com ele, cada caso será analisado individualmente a partir de segunda-feira.

O dirigente também acusou os funcionários de fazerem um “motim” por causa do atraso salarial e disse que o clube já conseguiu recursos junto à Confederação Brasileira de Futebol para quitar os pagamentos.

Segundo Rodas, uma empresa terceirizada deve assumir alguns serviços no CT ainda nesta semana.

Protestos no clube

A crise no CSA não é recente. Na segunda-feira, torcedores também protestaram no centro de treinamento contra a diretoria.

Na ocasião, o executivo de futebol Carlos Bonatelli afirmou que a situação financeira do clube é grave e que as dificuldades têm impactado até na estrutura e na contratação de jogadores.

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