A derrota por 1 a 0 para o Fluminense, no jogo de ida da semifinal do Campeonato Carioca, foi a gota d’água para a saída de Fernando Diniz do comando do Vasco. Com a demissão, o clube atingiu uma marca simbólica, e preocupante: chegou a 50 trocas de treinadores desde o início da era dos pontos corridos do Campeonato Brasileiro, em 2003.
O número coloca o Cruz-Maltino no topo do ranking entre os clubes do chamado G-12. Logo atrás aparece o Flamengo, com 46 mudanças no período, seguido pelo próprio Fluminense, que soma 44 trocas.
Ranking da “dança das cadeiras”
A lista escancara a rotatividade nos bastidores do futebol brasileiro nas últimas décadas:
-
Vasco – 50 trocas
-
Flamengo – 46
-
Fluminense – 44
-
Atlético-MG – 42
-
Botafogo – 41
-
Santos – 38
-
Cruzeiro – 38
-
Internacional – 37
-
Corinthians – 35
-
Grêmio – 31
-
São Paulo – 30
-
Palmeiras – 25
Na outra ponta, o Palmeiras aparece como o clube mais estável, muito em função do trabalho longevo de Abel Ferreira, que já ultrapassou a marca de cinco anos no comando.
Pressão segue em alta em 2026
A temporada de 2026 já começou mantendo a tendência de mudanças. Além do Vasco, o Atlético-MG também trocou de treinador, com a saída de Jorge Sampaoli após resultados negativos.
Outros nomes seguem ameaçados. Tite, no Cruzeiro, e Juan Pablo Vojvoda, no Santos, vivem início de temporada pressionados e podem engrossar a lista em breve.




