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Ancelotti encaminha renovação com a Seleção até 2030 e projeta ciclo vitorioso

O técnico Carlo Ancelotti sinalizou que deve seguir à frente da Seleção Brasileira por mais um ciclo completo. Em entrevista ao ex-jogador Jorge Valdano, cuja íntegra será divulgada nesta sexta-feira, o comandante italiano indicou que a renovação com a Confederação Brasileira de Futebol está bem encaminhada e deve se estender por mais quatro anos.

“Creio que vou renovar com o Brasil por quatro anos. Estou em um trabalho novo, eu gosto muito”, afirmou Ancelotti, em prévia divulgada pela imprensa espanhola. Caso o novo acordo seja oficializado, o treinador permanecerá no comando da equipe até a Copa do Mundo de 2030, consolidando um projeto de longo prazo à frente da Amarelinha.

Atualmente, Ancelotti recebe cerca de 10 milhões de euros por ano (aproximadamente R$ 63,4 milhões), valor que deve ser mantido no novo contrato, com ajustes baseados em metas e conquistas. O vínculo também prevê bonificações robustas, incluindo um prêmio de 5 milhões de euros caso o Brasil conquiste o hexacampeonato na Copa do Mundo de 2026. Com isso, o italiano se firma como o treinador de seleções mais bem pago do planeta.

Além das questões contratuais, Ancelotti comentou sobre sua relação com Vinícius Júnior, com quem trabalhou no Real Madrid. O treinador destacou a evolução do atacante e apontou uma mudança de postura quando ele veste a camisa da Seleção.

“Os brasileiros são muito humildes, são diferentes. O Vini que vem aqui é muito diferente do Real Madrid a nível humano”, avaliou o técnico, ressaltando também a personalidade e o comprometimento do grupo.

Nos bastidores, a CBF já trata o acordo como questão de tempo. A ideia é garantir estabilidade e respaldo total ao treinador, mirando não apenas o fim do jejum mundial em 2026, mas também a consolidação de uma nova geração até 2030.

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