O Flamengo voltou a mostrar que pensa grande, dentro e fora de campo. Em entrevista ao jornal espanhol As, o presidente rubro-negro, Bap, abriu o jogo sobre o futuro de Filipe Luís e, em tom ousado, colocou até Jürgen Klopp no radar como um possível nome para o comando técnico do clube no futuro.
Sem rodeios, o dirigente deixou claro que quer Filipe Luís por muito tempo na Gávea, mas reconhece que o sonho europeu faz parte do caminho natural de qualquer treinador de alto nível.
E foi aí que surgiu o nome de peso.
“Da mesma forma que Filipe pode pensar na Europa, por que o Flamengo não poderia pensar em um técnico europeu? Se eu posso trazer Lucas Paquetá, por que não poderia trazer Klopp? Por que não poderia trazer outro treinador?”, disparou Bap.
Um Flamengo em outro patamar
Para sustentar o discurso ambicioso, o presidente usou o próprio mercado como exemplo de que o Flamengo mudou de prateleira no futebol mundial. Segundo ele, os números falam por si.
Há seis meses, a contratação de Samuel Lino por 22 milhões de euros já havia causado espanto na América do Sul. Agora, o clube foi ainda mais longe ao repatriar Lucas Paquetá por 42 milhões de euros, um movimento que, nas palavras de Bap, “elevou o sarrafo a um nível quase inacreditável”.
“Seis meses atrás, a imprensa sul-americana se surpreendeu com Samuel Lino por 22 milhões. Agora estamos trazendo Lucas Paquetá por 42 milhões”, destacou o presidente.
A era Filipe Luís
Enquanto Klopp aparece como um sonho distante, a realidade do Flamengo atende pelo nome de Filipe Luís, e ela é avassaladora. Em pouquíssimo tempo como treinador, o ex-lateral construiu um currículo de peso:
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2024 – Copa do Brasil
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2025 – Carioca, Supercopa do Brasil, Libertadores e Brasileirão
Cinco títulos em tempo recorde.
Mesmo assim, o padrão de exigência no Flamengo é implacável. No início de 2026, Filipe enfrentou suas primeiras críticas mais fortes após perder a Supercopa para o Corinthians e flertar com a zona de rebaixamento no Campeonato Carioca.
A resposta, porém, veio no melhor estilo rubro-negro: uma goleada histórica por 7 a 1 sobre o Sampaio Corrêa, no último sábado (7), que recolocou o time nos trilhos e esfriou qualquer crise.




