Artilheiro da Seleção em 2025 e cada vez mais protagonista, Estêvão voltou a marcar no empate em 1 a 1 com a Tunísia, mas deixou o campo com um misto de satisfação e frustração. O jovem atacante revelou que queria muito ter cobrado o pênalti desperdiçado por Lucas Paquetá no segundo tempo.
“Eu estava com muita vontade de bater”
Em entrevista ao SporTV, Estêvão explicou que respeitou a decisão vinda do banco, mas confessou seu desejo de assumir a responsabilidade:
“Acho que foi a ordem ali. Então é claro que eu apoiei meu companheiro ao máximo para ele poder fazer o gol. Infelizmente ele errou, mas cabeça erguida para treinar, para evoluir, porque na Copa do Mundo a gente tem que aproveitar as oportunidades.”
E completou, sem rodeios:
“Eu estava com muita vontade de bater, mas veio a ordem.”
Artilheiro da era Ancelotti, o garoto comemora o ano
Com quatro gols sob o comando de Carlo Ancelotti, Estêvão encerra o ano como principal goleador da Seleção. O jovem destacou o quanto 2025 foi especial para sua carreira:
“Ano muito especial. Creio que não tive muitos altos e baixos, mas pude lidar com tudo que aconteceu. Estar aqui na seleção significa que o trabalho vem sendo bem feito no clube e em casa, então fico muito feliz em representar a Seleção.”
Apesar da autocrítica, ele garantiu que segue motivado:
“A gente vem sempre pra ajudar e fico muito feliz.”
Quando o Brasil volta a campo?
Com o duelo contra a Tunísia, a Seleção encerrou seu calendário de 2025. A próxima janela de jogos será apenas em março de 2026, quando o Brasil deve enfrentar França e Croácia, embora a CBF ainda não tenha oficializado as datas.




