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CBF quer fim dos “micropênaltis” e planeja mais mudanças no futebol brasileiro

A Confederação Brasileira de Futebol segue promovendo transformações importantes desde a posse do novo presidente, Samir Xaud. Após anunciar um novo calendário e outras medidas estruturais, a entidade agora mira um problema crônico: os “micropênaltis”. O termo, criado pela própria Comissão de Arbitragem da CBF, define infrações leves dentro da área que geram enorme polêmica e, muitas vezes, decidem partidas.

Casos como o pênalti marcado em Cacá no duelo entre Internacional e Corinthians serviram de exemplo para justificar a nova diretriz. A intenção da CBF é acabar com esse tipo de marcação interpretativa e considerada exagerada. Para isso, a partir de 2026, apenas árbitros que integram ou já integraram o quadro Fifa devem atuar no VAR, garantindo mais critério e experiência nas decisões.

Segundo o jornalista Paulo Vinícius Coelho (PVC), fontes da entidade afirmam que esses profissionais “teriam mais noção do que é para marcar ou não”. A CBF não está satisfeita com o excesso de penalidades duvidosas que influenciam diretamente o resultado de jogos importantes — e quer retomar a confiança do público na arbitragem brasileira.

Essa mudança se soma a outras já confirmadas pela CBF para os próximos anos: o Brasileirão passará a começar no fim de janeiro, os estaduais terão menos datas, a final da Copa do Brasil será em jogo único, haverá fair play financeiro, impedimento semiautomático em 2026, a criação da Copa Sul-Sudeste, e restrição de clubes da Conmebol na Copa do Nordeste.

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